O tratamento involuntário, quando necessário, deve ser realizado com o máximo de cuidado humanizado. Isso significa priorizar o bem-estar físico e mental do paciente, respeitando sua individualidade e buscando construir uma relação terapêutica, mesmo diante da internação não consentida. A humanização envolve a escuta ativa das necessidades do paciente, a explicação clara dos procedimentos, a minimização do uso de contenção física ou medicamentosa (quando estritamente necessária), e a promoção de um ambiente acolhedor e seguro. A equipe multidisciplinar deve ser treinada para lidar com situações de crise de forma empática e respeitosa, buscando sempre o diálogo e a compreensão. O objetivo central é oferecer um tratamento eficaz, que possibilite a recuperação e a reintegração social do indivíduo, preservando sua dignidade e seus direitos. A humanização não é apenas um diferencial, mas um direito do paciente, mesmo em situação de internação involuntária.

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